World Rowing · 2025

Remo

No remo clássico, atletas impulsionam o barco com remos, sentados de costas para o avanço. As equipas competem em raias separadas; vence a primeira proa que cruza validamente a chegada. Este guia segue o documento fornecido Overall & Classic Rowing da World Rowing.

O essencial em 1 minutoO objetivo · A pontuação · As regras principais

Regras

01

Remo clássico e vitória

No remo clássico, atletas impulsionam o barco com remos, sentados de costas para o avanço. As equipas competem em raias separadas; vence a primeira proa que cruza validamente a chegada. Este guia segue o documento fornecido Overall & Classic Rowing da World Rowing.

02

Remo parelho, de ponta e classes

No remo parelho cada atleta usa dois remos; no remo de ponta, um. A designação indica o número de remadores: x significa parelho, e os sinais mais ou menos indicam timoneiro nos barcos de ponta. O timoneiro soma-se aos remadores.

03

Distâncias e raias

A distância clássica internacional padrão é 2000 m em linha reta para seniores, jovens e pararremo. Masters normalmente disputam 1000 m. As corridas internacionais usam habitualmente até 6 raias; grandes pistas dispõem em princípio de raias utilizáveis adicionais. Não são distâncias costeiras ou indoor.

04

Categorias etárias

A categoria abaixo de 19 permite competir até ao fim do ano em que se completam 18. Abaixo de 23 termina no fim do ano dos 22. As provas seniores admitem todas as idades, respeitando os restantes requisitos.

05

Timoneiros e pesagem

O timoneiro pertence à equipa e deve pesar pelo menos 55.0 kg com uniforme. Até 15.0 kg de lastro pode completar o peso, colocado o mais próximo possível. Equipamento normal de corrida não conta como lastro. A regra também vale para pesos leves.

06

Limites de peso leve

Nos homens, a média máxima é 70.0 kg e o limite individual 72.5 kg. Nas mulheres são 57.0 kg de média e 59.0 kg individuais. O timoneiro não entra na média; skiffistas respeitam o limite individual correspondente.

07

Elegibilidade no pararremo

O pararremo exige deficiência elegível, classe desportiva e estatuto de classificação válidos. Não se escolhe classe por preferência ou barco disponível. Um atleta pode competir numa classe mais funcional que a atribuída, mas não numa menos funcional.

08

Peso mínimo dos barcos

Os mínimos clássicos incluem 14 kg no skiff, 27 kg no double e dois, 52 kg no quadri, 50 kg no quatro sem timoneiro e 96 kg no oito. Classes timonadas e para têm entradas próprias. A equipa responde pela conformidade.

09

Proteção da proa e libertação dos pés

A proa necessita de proteção branca maciça com diâmetro mínimo de 4 cm, ou proteção integrada equivalente conforme. Calçado e apoios devem permitir sair imediatamente numa emergência, sem prender os pés ao barco.

10

Substituições na equipa

Alterações normais e substituições médicas têm procedimentos distintos. Antes do sorteio pode trocar-se até metade dos remadores e o timoneiro, respeitando elegibilidade, comunicação e prazos. Um skiffista não pode ser substituído por tática; aplicam-se doença ou lesão.

11

Segurança e circulação

As equipas mantêm equipamento seguro, seguem oficiais e obedecem à circulação no treino e na competição. Oficiais podem impedir uma equipa perigosa de sair. O organizador fornece medidas de segurança, mas atletas e responsáveis mantêm as suas obrigações.

12

Eliminatórias, progressão e sorteio

Quando inscrições excedem raias, um sistema determina finalistas. O esquema publicado indica colocações que avançam e respetivas rondas. Cabeças de série distribuem as equipas fortes sem garantir classificação ou medalha.

13

Preparação e partida

Os primeiros 100 m formam a zona de partida. É necessária autorização do starter e estar preso ao posto pelo menos 2 minutos antes do horário. O juiz verifica alinhamento. Atrasos podem gerar advertência; a corrida não precisa esperar.

14

Falsas partidas

Há falsa partida quando os remadores começam e o barco cruza a linha depois da bandeira ou luz vermelha, mas antes da ordem. O juiz identifica os responsáveis; reagir a outro barco não decide automaticamente a sanção.

15

Direção e interferência

A equipa inteira e os remos ficam na sua raia. Sair é por sua conta e risco; vantagem ou prejuízo a rivais pode ser punido sem aviso prévio. Interferência inclui contacto, ondas ou perturbação por invasão da raia adversária.

16

Chegada e empates

A chegada dá-se quando a proa alcança a linha. Um barco timonado sem timoneiro é excluído, embora outra tripulação incompleta possa terminar validamente. O árbitro confirma regularidade; cruzar a linha não resolve todas as objeções.

17

Advertências, exclusão e desqualificação

Oficiais podem repreender, dar amarelo, excluir ou desqualificar; relegação só quando prevista. Amarelos da mesma corrida acumulam-se: outro significa vermelho e exclusão da prova. Adiar ou repetir não apaga automaticamente a advertência.

18

Objeções e protestos escritos

Uma sanção deve ser contestada quando aplicada. Objeção ao decorrer da própria corrida deve ocorrer antes de abandonar a zona imediata de chegada e antes da bandeira branca. Uma reclamação tardia não substitui essa ação.

19

Mau tempo e repetições

Condições injustas ou inseguras podem levar a outras raias, horários, suspensão ou programa modificado autorizado. Decidem oficiais competentes, não equipas individuais. Repetir pode reparar interrupção, interferência, certos empates ou outra falta de equidade.

20

Eletrónica e instruções externas

Durante a corrida não se recebem conselhos externos por dispositivos elétricos, eletrónicos ou técnicos. Chamar dados de desempenho a mensagens ou instruções por auricular não as autoriza. Informação recebida, medida ou guardada também é limitada.

Baseado no regulamento oficial fornecido. As referências indicam páginas do PDF; a numeração dos temas é editorial.